Por Dalva Teodorescu
Por ocasião do lançamento do Brasil Sem Miséria no Sudeste, o governador Geraldo Alckmin era só sorriso. Mal conseguia disfarçar a felicidade de estar promovendo o encontro “recheado de simbolismo”, como foi classificado pela imprensa.
O evento conduzido pela presidenta Dilma Rousseff, contou a presença do ex-presidente FHC, além dos governadores dos estados do sudeste.
Alckmin fez questão de retribuir o gesto de gentileza e elegância que Dilma havia dispensado à FHC, por seus oitenta anos. Disse que o período de disputa esta ultrapassado, graças ao patriotismo, generosidade e espírito conciliador da presidenta. Não é pouco.
No dia seguinte, o governador viajou em companhia de Dilma no avião presidencial, para inaugurar obras do programa Minha Casa Minha Vida, no interior de SP.
Alckmin continuava sorrindo. E com razão.
Uma pequena revanche. Alckmin foi humilhado pelos tucanos, aliados de Serra, que apoiaram Kassab na eleição para prefeito, de 2008, e foi chamado de caipira e provinciano, pela imprensa Serrista.
Hoje, Kassab é considerado traidor, porque esvaziou o PSDB paulista e Serra está fora do poder.
Já o governador de São Paulo surge como o político conciliador, que está impulsionando as políticas sociais no estado, através da parceria com o governo federal.
Toda tentativa de distenção entre o PSDB e o PT é benvinda e benéfica para o país. Isto é um fato.
Mas tem tucano morrendo de inveja desse movimento, não é mesmo José Serra?
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